segunda-feira, 26 de maio de 2008

Como estás?

Ultimamente não tenho conseguido responder muito bem à pergunta: "Como estás?"
Ora ... sei lá! Como é que estou? A trabalhar várias horas por dia, sem tempo sequer de almoçar decentemente... Não tenho tido tempo, nem forças para pensar realmente nisso. Não sei se por estar realmente bem, ou se por ter medo de descobrir que estou mal... Sei lá!
Temos de saber sempre como estamos? Ou podemos sempre responder a forma automática do "Tudo bem!". Claro que faço isso muitas vezes, mas hoje senti uma dificuldade particular quando tentei responder verdadeiramente e fazer uma auto-análise em segundos... repondi: "ehec"... Lá está: "nem bem, nem mal , BAL!"

terça-feira, 20 de maio de 2008

Lost On a Silent Planet

Life on a distant planet
Another atmosphere
Life on a distant planet
So cold inside of here

You can see him
But he can't see you
You can call his name
But he won't even hear you

In the morning of the day
To the evening
D-day and beyond
Lost on a silent planet
Two lone, rising stars
Locked on a silent planet
So close and yet so far...

(Letra dos U2, está perto de chegar ao quanto estou completamente perdida...no silêncio!)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

O rescaldo * Parte Mil!!

Quando há uma semana escrevi o "Rescaldo - Parte I" todos devem ter percebido que a minha intenção seria escrever a Parte II, III e por aí em diante... Mas como também já devem ter percebido passou tempo demais para isso e sinceramente deixou de fazer sentido escrever todas essas partes... Enfim, o rescaldo das minhas mini-férias continua exactamente no mesmo ponto que estava na Parte I, ou melhor ainda...
Quanto ao resto da minha vida até hoje também já teve de tudo: venda de uma casa; compra de uma casa; papelada aos molhos; tempo infinitos em filas de espera e mil senhas de atendimento A, B, C... surpresas muito más; surpresas muito boas; risos até às lágrimas; lágrimas de choro em soluços; sorrisos de felicidade; discussões de morrer; apatia; raiva; pânico; encontros reconfortantes; conversas esclarecedoras; conversas inúteis; trabalho, trabalho e mais trabalho; suspiros de preenchimento; suspiros de angústia; mimos; beijos; abraços; amizade; paixão; ódio; problemas e possíveis soluções... voltas e reviravoltas! Para já a minha cabeça ainda só está entrelaçada, como o Mikado, lembram-se?
Apesar de neste momento ter mais problemas que soluções quero e preciso de pensar que um dia será ao contrário... Só preciso de me lembrar da minha própria teoria do "Um dia melhor". Só preciso de a conseguir aplicar a mim em pleno!
Um dia... devo-me rir de tudo isto, um dia vou dar valor, um dia vou agradecer, um dia vou aprender, um dia vou desdramatizar, um dia vou relevar, um dia vou esquecer, um dia ... (o difícil é não desesperar no entretanto)
Mas pauzinho a pauzinho, problema a problema... com calma e devagarinho... tudo será mais "clean" , menos embrulhado, mais compensador! Eu quero!

terça-feira, 6 de maio de 2008

O rescaldo * Parte I

Devia ter escrito no blogue no domingo, devia! Devia ter escrito porque este domingo iria escrever algo mesmo positivo neste blogue! Devia agora dizer "AMO Domingos!" Tal como um dia tive de apelidar o Domingo de "Chocolate" para que se conseguisse aguentar. Tal como agora me deveria ter arrependido de ter amaldiçoado o Domingo ao ponto da expressão de um "Odeio Chocolate!"... enfim... este foi realmente o meu melhor Domingo nos últimos tempos.... e assim que voltei deste fim-de-semana "zen" deveria ter vindo logo a correr escrever tudo o que me apetecia partilhar. Domingo apetecia-me dizer uma expressão do meu amigo Pipo para quando está mesmo muito feliz: "O Sol Brilha. Os passarinhos cantam e as Flores desabrocham de par em par" lool. wiiiiii...
Domingo vinha no carro a pensar (sob um pôr-do-sol maravilhoso) o que haveria de por no meu blogue depois de tanta expectativa criada para estas mini-férias, depois de 1 mês e tal sem folgas... E lembrei-me! Ah! Mafalda Veiga!
Era mesmo isto que me ia na alma:

Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera!

Houvesse um canto pra se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade

Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve

Tão bom pudesse o tempo parar
Sentir o teu braço e poder ficar!
(...)
Que me faz querer tanto ter-te aqui!
Não importa que às vezes tudo é breve como um sopro
Não importa se for uma gota só
De loucura que faça oscilar o meu mundo!

Queria que o tempo tivese parado! Os segundos, os minutos, as horas, os dias ... não chegaram.
E sinto que quanto mais tempo tenho, mais preciso... e quanto mais tenho,mais quero!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Menos de 24... menos!

Faltam menos de 24 horas... (ai a expectativa, ai a ansiedade!)
Menos de 24!!!! ... o countdown não pára...

Mala pronta! ... wiiiiiii

(Preparado para o "anhanço"? Para me ver ler livros na praia, para me ver a dormir... simplesmente para o meu total fazer nada?)

sábado, 26 de abril de 2008

A vida não é... dia sim, dia não!

Ontem às quinhentas da manhã e num regresso a casa depois de já ter adormecido e acordado umas quantas vezes (a birra era muita! principalmente porque estava muito bem e voltar para casa sozinha era a última coisa que me apetecia... mas enfim) irrompeu do rádio a nostalgia: irrompeu o Restolho! Numa fase de pouca inspiração para textos próprios, partilho então a letra que ontem a Antena 3 me fez revivier... Restolho de Mafalda Veiga! Uma letra que me faz parar para pensar, com a qual acabo sempre por concordar e que, por isso e muito mais, adoooro!

Geme o restolho, triste e solitário
Dá de embalar a noite escura e fria
Geme o restolho, preso de saudade esquecido,
Enlouquecido, dominado escondido entre as sombras
Sem forças e sem cor e sem vontade

Mas é preciso morrer e nascer de novo
Semear no pó e voltar a colher
Em há que ser trigo, depois ser restolho
Há que penar para aprender a viver

Porque vida não é existir sem mais nada
A vida não é... dia sim, dia não
É feita em cada entrega alucinada
Para receber daquilo que aumenta o coração!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

À minha maneira!

À minha maneira
Em qualquer dia
A qualquer hora
Vou estoirar
P'ra sempre

Mas entretanto
Enquanto tu duras
Tu pões-me
Tão quente!

Já sei que vou arder na tua fogueira
Mas será sempre sempre à minha maneira
E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só me farão lutar

À minha maneira

Por esta estrada
Por este caminho a noite
De sempre
De queda em queda
Passo a passo
Vou andando
P'ra frente

(Cá estão novamente os Xutos a servirem de dedicação para os que me sabem levar... apesar de em protesto, sempre em protesto e "por enquanto"... é isto: vou andando p'ra frente, com vontade e à minha maneira!)